Já existe desde 1999 mas ainda está bastante actual. Em parte pela falta da capacidade das organizações de reagir com a destreza das pequenas empresas. No caso português, também não podemos esquecer que o acesso à internet ainda não cresceu o suficiente. Pelo menos é essa a ideia que eu tiro do relatório da Obercom. [PDF do documento para download]
This week began with a post about two things. One is the current teacher struggle going on in Portugal about the new evaluation methods for teachers. I believe that in the context of what was discussed on Euroblog, during the first panel, both the government and the teachers are pulling in the wrong direction.
My arguments for this are simple. On that first panel I realised that teaching needs to be adapted to the age of the students. Which is what Kaja Tampere pointed out. And from the presentation by Thomas Pleil I realised that at some stages that means following the methodology and peer to peer communication of Professional Training Courses. And when It comes to content, students now have a very short attention span like Richard Bailey and Helena Makhotlova pointed out. This means that some teachers in Portugal find themselves absolutely out of context when their students communicate. Because they simply don’t know how to use the tools.
The second point of debate was Customer Relationship Management. What is it? To what field does it belong to? For me it is nothing more than a software tool. And with the help of Miguel Albano (Lift Consulting) we came to the conclusion that as a tool it’s data and functionality can serve both fields of Marketing and Public Relations.
Estou completamente de acordo com a luta actual dos professores. Principalmente porque a tenho observado através do blog A Educação do Meu Umbigo. Mas isso não me impede de achar que as duas partes da questão se estão a esforçar no sentido errado.
Isto foi uma conclusão que surgiu ao regressar do Euroblog, onde foram debatidas várias questões de ensino de relações públicas e social media.
Mas o que foi dito pode estender-se a toda a área da educação. Os professores estão prestes a encontrar alunos que nasceram na era web 2.0 e que por isso mesmo requerem um ensino diferente.
Kaja Tampere, da Universidade de Jyväskylä na Finlândia, comentou que ensinar crianças e ensinar adultos implica usar métodos diferentes. Concordo, porque do meu ponto de vista os adultos querem aprender mas isso não significa que queiram ser ensinados. E esse comportamento também se observa nos adolescentes.
Como tal, acho que o ideal é seguir a metodologia da formação profissional. As vantagens são claras. Para começar o professor coloca-se ao nível dos alunos, dirige e participa no diálogo. Além de que como método de ensino tende a ser mais variado.
Para contextualizar, podem ver o exemplo que Thomas Pleil deu na sua apresentação.
O que vemos na apresentação é a aplicação das tecnologias de Social Media nas salas de aula. Não é apenas importante na aquisição de conhecimento. É também uma óptima forma de desenvolver as capacidades sociais dos alunos. A web já é uma forma de sociabilização há muito tempo, e é importante que os alunos as conheçam e aprendam a usar bem.
Mas e a respeito do conteúdo?
Quanto a isso a apresentação de Richard Bailey e Helena Makhotlova tem uma série de ideias relevantes. A principal é que os “Digital Natives” só se mantêm atentos por cinco minutos. Por isso os conteúdos devem ser Sintetizados, Pesquisáveis, Possíveis de ler na diagonal, e diversificados.
Nem estamos a falar de um futuro distante, estamos a falar de algo que já se vai fazendo sentir em todas as salas de aula. E por vezes à frente de professores completamente descontextualizados desta realidade.
Mas em vez de preparar o sistema de ensino estamos a ver a aplicação de técnicas de avaliação que estarão obsoletas no futuro. Nada impedia o ministério de aplicar métodos de análise do sistema de ensino que recolhesse informação a partir das redes sociais que se formam dentro e fora das salas de aula. Até porque, pelo que tenho lido, a avaliação dos professores não tem em conta alguns esforços invisíveis. Coisas como dar a morada de email aos alunos e responder às perguntas que eles possam ter. Mesmo quando isso implica perder horas de sono.
O tema deste ano é “Social media and the future of PR: New ideas, new research, new business”. Já conhecia a conferência, mas o Zone41 foi o primeiro blog português a mencionar o assunto (que eu saiba pelo menos).
É uma conferência que engana porque não trata apenas de blogs. Fala-se de relações públicas e de como a web 2.0 muda o panorama de comunicação social.
O programa apresenta alguns bloggers que eu leio regularmente:
Não sei como foi a participação portuguesa nos anos anteriores. Quanto a mim, já tenho a viagem marcada! Começando quinta espero escrever alguns relatos da conferência.
O Autor chama-se Clay Shirky e o livro já está à espera de ser lido. Não vou tentar fazer uma review, David Phillips do LeverWealth já fez uma série de artigos para quem estiver interessado: