March 21st, 2008 — Relações Públicas, en
After the decision of writing in English once in a while, the question was: how to do it without interfering with the reading experience?
If I just added a new category of posts, like I did, the problem would still be the 90% of portuguese posts getting in the way of people who don’t speak the language. Not only that, but since I use feedburner I lost access to Wordpress’ rss versatility for categories, post authors and any other combination you might imagine.
The answer came from Yahoo Pipes.
What I did was set up an alternative RSS feed for posts written in English. Yahoo pipes retrieves my feed, blocks any content that doesn’t match the “en” category and feedburner picks it up again.
So here you have it, enjoy and please feel free to give me some feedback if you use it.
January 9th, 2008 — Relações Públicas

Sempre que há alternativa, prefiro os números de subscritores por RSS/E-mail ao número de pageviews quando estou a avaliar um blog. Mas claro que isto depende do tipo de blog ou website. Alguns são dirigidos a pessoas que em geral desconhecem a função das feeds RSS ou não querem receber e-mails.
Mas como é que sabemos quantos subscritores tem um blog? Para quem usa o google reader, basta pesquisar pelo blog e ficamos com uma ideia de quantos subscritores o blog tem.
No entanto, o valor de subscritores que o google reader apresenta não reflecte os subscritores que usam o Bloglines ou outros leitores de RSS.
Com esta visão parcial voltamos ao mesmo: é um indicador mas não nos dá dados de confiança. O ideal seria se o valor de subscritores fosse retirado do feedburner que também pertence à google.
Entra em cena o Blog Perfume. Neste blog foi criada uma aplicação que usa a API do feedburner para ajudar a analisar os subscritores de um blog. Por isso, desde que se saiba qual é a morada feedburner.com que um blog usa para os seus conteúdos rss, podemos saber quantos subscritores tem.
Mais uma para a lista de ferramentas que podemos usar para analisar um blog.
November 28th, 2007 — Relações Públicas
Depois deste post, nunca mais voltas a ver a web da mesma forma. E isso é garantido, lê até ao fim se não acreditas.
Para começar, a web 2.0 chama-se assim porque mudou a forma como a usamos para comunicar. O primeiro modelo era simples, o webmaster comunicava com os visitantes. Hoje em dia o webmaster cria as condições para que o diálogo se processe entre os visitantes.
Mas a web 2.0 não é só isso. É ainda uma série de tecnologias novas que nos permitem duas coisas. Partilhar a informação que encontramos e produzir conteúdos novos sem precisar de conhecimentos técnicos.
Na área da tecnologia, estamos a falar de RSS, e de aplicações online que podem ser usadas em qualquer sistema operativo por exemplo. Estas tecnologias foram usadas para uma série de fins, desde fotos, processadores de texto, blogs, serviços de e-mail,vídeos e podcasts…
Mas acho que o melhor é mesmo a possibilidade de qualquer um pesquisar temas, criar conteúdos e partilhá-los sem esforço. O processo tornou-se tão simples que até um telemóvel pode ser uma ferramenta de blogging, podcast, ou videocast. E os requisitos técnicos baixaram tanto que a idade mínima para um blogger é 8 anos.
E claro, com tantos produtores de conteúdos cria-se um problema de credibilidade e legitimidade para abordar alguns temas. Ligado à qualidade dos mesmos conteúdos. Para isso existem várias métricas, como a quantidade de links e o número de subscritores que são as mais recentes. Algumas métricas mais antigas, como o número de visitantes e as impressões de página ainda são relevantes. Mas estas últimas não medem a influência nem a caracterizam como positiva ou negativa.
Na minha visão da web 2.0 o importante é a produção de conteúdos e a forma como se gera opinião. E ainda a forma como podemos aproveitar a web para criar conhecimento em colaboração uns com os outros. Seja na figura da wikipédia, ou através dos blogs que vão definindo a web 2.0.
É claro que não está tudo dito sobre a web 2.0, mas parte da ideia é essa. Como está de tal maneira ligada à nossa vida em sociedade, a web 2.0 vai evoluir com ela. Isso é cada vez mais visível nos meios de comunicação. Quando os jornalistas optam por criar blogs, quando os blogs são citados ou quando os vídeos de cidadãos comuns são divulgados em telejornais.
E a melhor parte? Não precisas de fazer nada. A web 2.0 foi calmamente instalada no teu sistema à medida que leste este artigo. Para receber os upgrades basta ir participando. E isso é fácil. Comenta nos blogs, diz o que pensas dos vídeos que encontras, colabora na wikipédia, ouve podcasts. As próprias redes sociais como o hi5, o facebook e outras semelhantes usam os conceitos de web 2.0.
Mas como já alguém me disse: se nos limitar-mos a ao hi5 e a redes semelhantes, é o equivalente a estarmos fechados no quarto. Porque é mais do mesmo, não aprendemos nada de novo nem descobrimos coisas novas.
November 15th, 2007 — Relações Públicas
Depois do post sobre RSS, a tal versão digital da aspirina. Chega o paracetamol dos links!
Os serviços de social bookmarking servem para guardar e partilhar os links que temos nos nossos favoritos. O mais conhecido é o site del.icio.us para uma versão nacional temos o tags do sapo e o fa.voritos.com
Segue de seguida o video do costume, que ilustra melhor do que eu alguma vez poderia explicar.
November 9th, 2007 — Web e Tecnologia
Já pensaram no tempo que passam a ver os vossos sites favoritos?
Entre jornais, blogs e outros sites, gastamos 30 minutos por dia sem dificuldade. E depois queixamo-nos de andar stressados, com pouco tempo e muita coisa para ler.
A resposta a esta dor de cabeça chama-se RSS. Uma morada de RSS traz a simplicidade de um e-mail e a eficácia de uma aspirina.
July 17th, 2007 — Relações Públicas
Depois desta conversa, tratei de activar uma newsletter para o Relações Públicas.
Por isso, se não quiserem usar a feed rss ou visitar continuamente o blog, podem usar o formulário que aparece agora na barra lateral. Passam a receber os posts que eu for escrevendo no e-mail.
June 2nd, 2007 — Blogging, Comunicação Social, Relações Públicas
Estava a ler um blog através do google reader, e percebi o que devia ter sido óbvio. O blog em causa só envia para o google reader o primeiro parágrafo do post.
Geralmente, quando fazemos isto, incluímos um link que diz qualquer coisa como “ler mais…”. Não é o caso, e eu passava os olhos pelo texto e seguia em frente.
No relações públicas, também houve uma altura em que eu só colocava na feed rss (enviada para o tal google reader) o primeiro parágrafo. Quando pedi feedback aos leitores, o Sérgio Rebelo disse o seguinte:
Acho que os teus artigos puxam os comentários, pelo menos a mim puxam, mas se calhar é porque me OBRIGAS a vir aqui e não me deixas ler o artigo completo no Google Reader (antes era o Bloglines). Pois… isso é o que eu não gosto no teu blog. Não publicas a feed com o artigo completo, mas se calhar resulta, como já disse, em mais comentários.
A ideia era essa, mas o que se passou foi o oposto. Tenho mais comentários e impressões de página agora, porque envio o conteúdo completo para o google reader.
Há casos em que o site nem envia o primeiro parágrafo ao google reader. Em vez disso envia só o titulo do artigo. Um caso curioso, subscrevi há tempos à feed do observatório de imprensa, mas ainda estou para entender a razão de ser daquela feed rss.
Hoje em dia só vejo duas razões para não enviar o conteúdo completo ao google reader. Ou temos publicidade no site, ou então queremos proteger os artigos do plágio.