April 18th, 2008 — Livros, Relações Públicas
Já não é segredo que o livro As Novas Regras de Marketing e Relações Públicas vai ser lançado dia 8 de Maio pela Ideias de Ler.
A novidade é que os leitores do Relações Públicas vão poder ganhar um exemplar. Foi uma sugestão da própria Ideias de Ler, através do Rui Couceiro. Assim que tudo estiver acertado darei mais detalhes sobre o sorteio.
Mas quanto ao livro, está na lista dos que quero ler para preparar a tese de mestrado.
E no blog do autor há uma citação interessante:
I say that the old rules of marketing & PR were that you either had to buy expensive advertising or beg the media to write about you. Prior to the Web, there weren’t other significant ways to get noticed. The Web has changed the rules. The new rules of marketing & PR are that you can bypass the gatekeepers and publish your own content online in the form of content-rich Web sites, blogs, YouTube videos, photos, ebooks and the like and reach buyers directly.
Gosto da abordagem que a Ideias de Ler está a usar. Optaram por seguir as ideias do livro e arriscar divulgar o mesmo pelos blogs e estão a preparar um blog sobre o livro em http://novasregras.ideiasdeler.pt
March 31st, 2008 — Relações Públicas

Após as Conversas da Unicer, realiza-se o primeiro encontro nacional de Estudantes de Marketing e Comunicação.
Realiza-se de 12 a 13 de Abril em Oeiras. Portanto, Sábado e Domingo para facilitar a participação dos estudantes.
O evento é realizado por dois estudantes, Virgínia Coutinho e Hugo Soares.
Para mais informações podem consultar o blog do evento: http://enemktcom.blogspot.com/
Programa do Evento após o link: Continue reading →
March 25th, 2008 — Relações Públicas
Já é um post antigo, mas Marketing Faculty lê-se o seguinte:
As medidas mais utilizadas para avaliar a performance do CRM, geralmente estão focadas apenas em abordagens quantitativas e financeiras, como o retorno sobre investimento (ROI). Segundo Jonathan Becher, CEO da Pilot Software, estas medidas deveriam ser mais operacionais e menos financeiras, ou seja, deviam mostrar o quanto a empresa está apta para servir seus clientes de forma sustentável.
E se forem ler os comentários, encontram este da Virgínia Coutinho que participa no comunicacao-organizacional.blogspot.com
Não será o CRM uma forma do marketing tratar de campos que as RP já tratavam?? Em grosso modo, não está o MkT a “complexar-se”, de forma a retirar campos de actuação das RP?
Sendo eu, “totalmente Marketeer”, achei este ponto de vista absurdo, uma vez que a constante analise das necessidades dos consumidores levou a esta evolução natural do MKT…. mas e se olharmos para a questão com olhos de um relações publicas?? Creio que faz algum sentido…
Já falei do tema antes, a propósito de um artigo do Diário de Noticias. E como o comentário da Virgínia é o único do artigo, achei por bem tentar responder.
Do meu ponto de vista, as aplicações de Customer Relationship Managemente (CRM) têm de estar muito ligadas às ferramentas de comunicação interna. E por isso é normal que sigam princípios das relações públicas. Até é má ideia se não o fizerem e se focarem demasiado no retorno de investimento (vendas) em oposição à boa relação com os clientes.
Mas também vos digo uma coisa. Odeio o termo CRM. Mas não é por achar má ideia, é por causa de toda a confusão que gera. CRM, para mim, é software. É um programa de computador que nos ajuda a saber quando está na altura de ligar para um cliente, saber que tipo de reclamações ele fez e garantir que se for necessário a organização como um todo está a par das necessidades individuais de cada individuo que a contacta mais do que uma vez.
E acho que o software de CRM pode ser uma peça muito importante. Pode ser uma mais valia para um gabinete de comunicação mas isso não quer dizer que seja essencial. Depende dos casos. Para pequenas empresas, o software de CRM pode ser algo tão simples como uma folha de excel que pode ser editada por todos.
A grande confusão parece vir dai. Das ferramentas de CRM que são vendidas às empresas como parte de uma estratégia de marketing e com a promessa de aumentar as vendas numa percentagem qualquer. Às relações públicas cabe perceber as características de quem contacta com a empresa e montar uma política de comunicação sólida.
December 23rd, 2007 — Relações Públicas
As relações públicas são a ciência e a arte de facilitar a comunicação a todos os níveis.
Difere do marketing por não ter um objectivo directo de vendas.
November 13th, 2007 — Relações Públicas
Antes de ser um dos fundadores das Relações Públicas, Edward Bernays já era sobrinho de Freud.
Este documentário mostra como as ideias de Freud influenciaram as relações públicas, a publicidade e o marketing.
http://video.google.com/videoplay?docid=-2637635365191428174
November 6th, 2007 — Marketing, Relações Públicas
Há empresas que vivem das vendas. Seja de produtos, ou de serviços. Por isso orientam-se por técnicas de marketing. Determinam o público alvo, montam estratégias de publicidade, organizam o departamento de vendas e de apoio ao cliente.
Mas se o foco no público alvo for muito apertado, a subida dos lucros será apenas marginal. A razão mais comum para isto é a falta de um plano de comunicação mais geral. Algo que garanta que o público que rodeia o nosso cliente alvo também está informado e também tem acesso à mesma informação.
Vamos explicar melhor. Temos um cliente alvo no qual focámos toda a nossa estratégia de marketing. O departamento de vendas tem todo o apoio possível para reunir informação sobre os seus hábitos.
A certa altura este cliente potencial tem de tomar uma decisão de compra. Vamos partir do principio que ele tem toda a informação sobre o nosso produto e o de um concorrente e que são iguais em todos os sentidos.
A decisão de compra vai depender de vários factores. Entre eles a forma como o cliente alvo processa e organiza a informação que recebe. Tratando-se de produtos iguais terá de ser feito um desempate.
Nesta fase de desempate pode entrar mais um elemento em jogo, alguém de um público que não foi contemplado pela estratégia de marketing.
Uma estratégia transversal de relações públicas consegue ter mais influência neste género de tomada de decisão. Porque além de identificar o público alvo também vai ter em conta os contextos em que ele se insere.
Mais do que isso, uma estratégia de comunicação que é transversal a todos os públicos beneficia a nossa empresa. Faz com que o nosso público alvo seja influenciado por mais do que estratégias de marketing.
No nosso dia a dia tomamos decisões com base em várias fontes de informação. Sejam os nossos colegas ou familiares, os jornalistas ou a publicidade. Como forma de maximizar o retorno do investimento, há estratégias de marketing que não contemplam estes públicos secundários. Mas são eles que podem fazer a diferença quando o nosso cliente alvo tomar a decisão de compra.
October 17th, 2007 — Marketing, Relações Públicas
Este é mais um post com o contributo do Linkedin.
Por não existir uma forma concreta de medir o retorno do investimento em Relações Públicas (ROI - Return of Investment) é que se torna difícil ganhar terreno às áreas de marketing. Os profissionais de marketing podem afirmar que foi feito um investimento em publicidade ou promoções que resultou numa subida das vendas.
Mas em Relações Públicas o que conta é o investimento a longo prazo e a qualidade da comunicação e do relacionamento com o cliente. Começam a exercer influência muito antes da decisão de compra. Por isso é que é tão difícil medir a sua eficácia.
O tema foi colocado em discussão na comunidade de perguntas e respostas do Linkedin.
Não quer dizer que isto aconteça em todas as áreas das relações públicas. Podemos identificar o ROI se criarmos um canal de comunicação online que tenha os princípios de relações públicas, usabilidade, Search Engine Optimization (SEO) e Social Media Optimization (SMO) como base.
Do meu ponto de vista, ter métricas para medir o retorno do investimento em relações públicas não deve influenciar a decisão entre investir ou não. As empresas são forçadas pelos seus stakeholders a ter canais de comunicação eficazes. Por isso trata-se de investir numa salvaguarda, não necessariamente num mecanismo facilitador de vendas. Se bem que as relações públicas têm sempre um efeito positivo nas mesmas. Não conseguimos é medir esse efeito de modo preciso.