origami crane

Changes in Teaching and What is CRM

This week began with a post about two things. One is the current teacher struggle going on in Portugal about the new evaluation methods for teachers. I believe that in the context of what was discussed on Euroblog, during the first panel, both the government and the teachers are pulling in the wrong direction.

My arguments for this are simple. On that first panel I realised that teaching needs to be adapted to the age of the students. Which is what Kaja Tampere pointed out. And from the presentation by Thomas Pleil I realised that at some stages that means following the methodology and peer to peer communication of Professional Training Courses. And when It comes to content, students now have a very short attention span like Richard Bailey and Helena Makhotlova pointed out. This means that some teachers in Portugal find themselves absolutely out of context when their students communicate. Because they simply don’t know how to use the tools.

The second point of debate was Customer Relationship Management. What is it? To what field does it belong to? For me it is nothing more than a software tool. And with the help of Miguel Albano (Lift Consulting) we came to the conclusion that as a tool it’s data and functionality can serve both fields of Marketing and Public Relations.

Os Social Media na Educação

Estou completamente de acordo com a luta actual dos professores. Principalmente porque a tenho observado através do blog A Educação do Meu Umbigo. Mas isso não me impede de achar que as duas partes da questão se estão a esforçar no sentido errado.

Isto foi uma conclusão que surgiu ao regressar do Euroblog, onde foram debatidas várias questões de ensino de relações públicas e social media.

Mas o que foi dito pode estender-se a toda a área da educação. Os professores estão prestes a encontrar alunos que nasceram na era web 2.0 e que por isso mesmo requerem um ensino diferente.

Kaja Tampere, da Universidade de Jyväskylä na Finlândia, comentou que ensinar crianças e ensinar adultos implica usar métodos diferentes. Concordo, porque do meu ponto de vista os adultos querem aprender mas isso não significa que queiram ser ensinados. E esse comportamento também se observa nos adolescentes.

Como tal, acho que o ideal é seguir a metodologia da formação profissional. As vantagens são claras. Para começar o professor coloca-se ao nível dos alunos, dirige e participa no diálogo. Além de que como método de ensino tende a ser mais variado.

Para contextualizar, podem ver o exemplo que Thomas Pleil deu na sua apresentação.

O que vemos na apresentação é a aplicação das tecnologias de Social Media nas salas de aula. Não é apenas importante na aquisição de conhecimento. É também uma óptima forma de desenvolver as capacidades sociais dos alunos. A web já é uma forma de sociabilização há muito tempo, e é importante que os alunos as conheçam e aprendam a usar bem.

Mas e a respeito do conteúdo?

Quanto a isso a apresentação de Richard Bailey e Helena Makhotlova tem uma série de ideias relevantes. A principal é que os “Digital Natives” só se mantêm atentos por cinco minutos. Por isso os conteúdos devem ser Sintetizados, Pesquisáveis, Possíveis de ler na diagonal, e diversificados.

Nem estamos a falar de um futuro distante, estamos a falar de algo que já se vai fazendo sentir em todas as salas de aula. E por vezes à frente de professores completamente descontextualizados desta realidade.

Mas em vez de preparar o sistema de ensino estamos a ver a aplicação de técnicas de avaliação que estarão obsoletas no futuro. Nada impedia o ministério de aplicar métodos de análise do sistema de ensino que recolhesse informação a partir das redes sociais que se formam dentro e fora das salas de aula. Até porque, pelo que tenho lido, a avaliação dos professores não tem em conta alguns esforços invisíveis. Coisas como dar a morada de email aos alunos e responder às perguntas que eles possam ter. Mesmo quando isso implica perder horas de sono.

Links Relevantes:

A Request for Feedback

European Flags - by Xavier HäpeAfter Euroblog, I have been struggling with the realisation that I should provide at least some content in English. So far, the best bet appears to be a small post that sums up all that was published the week or month before.

The logic behind this is my belief that there should be more Portuguese Bloggers talking about Public Relations. That is where I stand my ground and that is the reason why 90% of the content published will be on my mother tongue. Not forgetting that I have always stood against Portuguese bloggers writting in English, I don’t want to miss the opportunity to share ideas and comments with the friends I made at Euroblog.

So, having explained that and accepting any criticism that might come my way. The question I have for you is, how do you prefer?

Should I just add another category for English posts? Do you want a separate feed to distinguish each language? Or do you see a better alternative than these? Would you mind if some content could only be found in English?

This questions goes for both current and future readers, so please feel free to speak no matter what the circumstances.

Euroblog, Uma conferência diferente

O Euroblog foi uma experiência tão rica que me deu imensa pena ter de o ver terminar. E como conferência teve um dinamismo que nunca tinha visto antes.

Não me foi possível aceitar o convite do Phillipe Borremans para fazer a “live coverage” devido às dificuldades da rede wifi. Mas acompanhei a conferência de outras formas, tendo o twitter sido a principal.

Enquanto os apresentadores comunicavam as suas ideias à plateia, a plateia trocava ideias através do twitter e criava novos laços entre si. E nas situações de debate esta dinâmica era ainda maior. A plateia podia comunicar entre si, com o moderador e com os convidados sem interromper o fluxo de ideias e contribuindo com conteúdos relevantes.

Mas a conferência não se limitou às quatro paredes. Chegou a ser acompanhada na Nova Zelândia, altura em que eram 4 da manhã. E graças à intervenção do Live Blogger Phillippe Borremans, foi possível responder às perguntas que nos chegaram.

Um tema geral para a conferência foi a autenticidade das empresas no seu relacionamento e comunicação com os consumidores. Algo que implica uma enorme transparência e uma revisão de vários paradigmas de comunicação das empresas. Um dos obstáculos a essa postura é a necessidade de manter uma vantagem competitiva. Essa vantagem é mais díficil de manter se as outras empresas não adoptarem a mesma postura.

Também se colocou em causa o anonimato na blogosfera. Admitindo alguns casos em que é compreensível por medo de represálias e vontade de chamar a atenção para assuntos importantes.

Mas o meu conselho é que aproveitem o Wiki do Euroblog, onde começam a ser colocadas as apresentações.

Uma das coisas que notei mais, foi a diversidade. Tanto nos oradores como nos papeis e na origens de cada um. E sendo o único Português, senti o desequilíbrio de informação que o Richard Bailey menciona no PR Studies.

Euroblog Live

Apercebi-me disto graças ao Philippe Borremans do Blackline Blog.

A conferência Euroblog deste ano vai ter direito a cobertura ao vivo por parte do Philippe e outros bloggers.

Podem seguir  a conferência a partir do blog oficial, ou através da página do Blackline Blog.

Euroblog 2008

euroblog 2008
O tema deste ano é “Social media and the future of PR: New ideas, new research, new business”. Já conhecia a conferência, mas o Zone41 foi o primeiro blog português a mencionar o assunto (que eu saiba pelo menos).

É uma conferência que engana porque não trata apenas de blogs. Fala-se de relações públicas e de como a web 2.0 muda o panorama de comunicação social.

O programa apresenta alguns bloggers que eu leio regularmente:

Seguindo a onda de Social Media, a euroblog deste ano espalhou-se por uma série de canais. Começando no blog, estendeu-se a um grupo no facebook e transformou-se num mapa com a lista de quem vai à conferência.

Não sei como foi a participação portuguesa nos anos anteriores. Quanto a mim, já tenho a viagem marcada! Começando quinta espero escrever alguns relatos da conferência.