November 11th, 2007 — público interno
Por isso toca a mandar currículos!
O nosso cliente, prestigiada e competitiva empresa multinacional da área de serviços, pretende admitir:
Estagiário de Comunicação Interna (refª eci 26/07)
O titular da função será integrado na Direcção de Recursos Humanos e terá como responsabilidades essenciais a concepção e desenvolvimentos de acções criativas para projectos internos, designadamente intranet, newsletters, reuniões e outras iniciativas do género.
PRETENDE-SE que os candidatos possuam licenciatura em Engenharia Multimédia, Publicidade, Comunicação Empresarial, Marketing ou outra adequada, bons conhecimentos de ferramentas informáticas, particularmente ao nível de HTML, conhecimentos de design, comunicação e artes gráficas e domínio do idioma inglês.
Via CargaDeTrabalhos
November 8th, 2007 — Relações Públicas, público interno
Isto de andar a dizer que os blogs são óptimas ferramentas de comunicação é muito giro. Mas falar é fácil, montar o esquema é completamente diferente.
No meio académico encontramos blogs usados para comunicação interna com mais frequência. Seja por iniciativa dos professores ou dos alunos. E como já vos disse, estou a tirar um mestrado de Relações Públicas na ESCS. Conseguem imaginar um ambiente melhor para a aplicação de um blog?
E como aqui se tem falado pouco de blogging, vou aproveitar para vos deixar a receita completa.
Levantamento de Necessidades
O primeiro passo é reconhecer as necessidades de comunicação. Vamos precisar de fazer upload de ficheiros? Há algum requisito de segurança? Então vamos precisar de utilizadores registados.
Também é essencial compreender que tipo de conteúdos vamos publicar. Hoje em dia um blog de uma turma contém vídeos, documentos de word, PDFs… Estes conteúdos devem ser divididos consoante a disciplina a que se referem. Também convém que o autor dos mesmos tenha toda a liberdade para os publicar e catalogar editar.
Mas vamos levar a ideia um bocadinho mais longe. neste género de grupos é importante haver troca de contactos entre os elementos. Por isso se calhar faz sentido que cada utilizador registado tenha a sua página de perfil. Completa com foto.
A Plataforma
Nem pensei duas vezes. Adoro o wordpress pela facilidade com que o podemos costumizar e acrescentar funções. Além disso já possui a função de utilizadores registados, protecção de posts com password, categorias de posts e até informação de contacto para os utilizadores registados.
A versão actual do wordpress tem também uma opção para que o blog não seja indexado pelos motores de busca. Isto pode parecer contra-produtivo. Mas não se esqueçam que se trata de um blog interno.
Os Plugins
Lembram-se de eu ter dito que é um blog interno? Então não faz sentido que toda a gente se registe. É aqui que entra o Bouncer. Este plugin deixa que qualquer pessoa se registe, mas um administrador tem de aprovar o utilizador para que ele possa receber a password.
Para segurança acrescida, temos ainda o Role Manager e User Permissions. Em conjunto estes dois plugins dão-nos mais liberdade para definir a segurança dos conteúdos. O role manager serve para mudar o nome dado por defeito aos diferentes niveis de utilizador (subscriber pode passar a aluno, por exemplo) ou para costumizar as permissões de cada nivel de segurança.
O plugin User Permissions deixa-nos definir permissões de leitura para cada página ou post. O único senão é que implica mais um passo no processo de publicação.
Para fidelizar melhor os visitantes do blog podemos usar dois plugins, o Subscribe2 e o Subscribe to Comments. Este último envia um e-mail sempre que há um novo comentário num post em que participámos. O primeiro, Subscribe2, tem a função de uma newsletter que cada utilizador pode costumizar. Assim recebemos um e-mail sempre que houver posts novos nas categorias que nos interessam. Diminuimos a quantidade de informação que chega ao utilizador e garantimos que é do interesse do destinatário.
Para facilitar a publicação de vídeos do YouTube temos o Viper’s Video Quicktags. Este plugin é o equivalente a uma aspirina, evita dores de cabeça. Em vez de fazer copy-paste do código do vídeo, só temos de indicar a morada.
Como bónus, instalei o plugin para implementar o serviço de Gravatar. Não só para mostrar a foto dos utilizadores nos comentários, mas também para ser usada na página de perfil (author.php).
Os Extras
Para mim tem bastante interesse existir um directório com a lista dos utilizadores registados e um link para o respectivo perfil. Onde cada um tem liberdade para partilhar informação sobre si e listar os posts que já colocou no blog.
Fazer isto tornou-se mais fácil do que imaginei porque o wordpress já tem a base necessária. Comecei por criar uma página que mostra todos os utilizadores registados através da função wp_list_authors();
No entanto esta função não mostra utilizadores que ainda não tenham posts. Para isso podemos fazer uma pequena alteração no ficheiro author-template.php. Tanto na função que controla a criação desta lista, como na que gere as páginas de erro e está no ficheiro classes.php (404).
Como esta parte é mais técnica e o post já vai longo, ficam aqui com a síntese das alterações que tive de fazer no código do wordpress.
Classes.php
Procurar a linha:
if ( (0 == count($wp_query->posts)) && !is_404() && !is_search() && ( $this->did_permalink || (!empty($_SERVER['QUERY_STRING']) && (false === strpos($_SERVER['REQUEST_URI'], ‘?’))) ) )
Substituir por:
if ( (0 == count($wp_query->posts)) && !is_404() && !is_author() && !is_search() && ( $this->did_permalink || (!empty($_SERVER['QUERY_STRING']) && (false === strpos($_SERVER['REQUEST_URI'], ‘?’))) ) ) {
Author-template.php
Procurar:
if ( $posts == 0 ) {if ( !$hide_empty ) $link = $name;} else {$link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';
E substituir por:
if ( $posts == 0 ) { if ( !$hide_empty )
/*$link = $name;*/ $link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';} else {$link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';(Imagino que esta minha alteração no código esteja um bocadinho redundante, mas foi o que me pareceu melhor na altura e funciona.)
Author.php
Este ficheiro vai determinar como é mostrada a informação de cada utilizador.
<h1>About: <?php echo $curauth->display_name; ?></h1>
<img src="http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=<?php echo md5($curauth->user_email); ?>” alt=”Gravatar” style=”border: 5px solid #dfdfdf” /><dl>
<dt>E-mail</dt>
<dd><?php echo $curauth->user_email; ?></dd><dt>AIM / MSN</dt>
<dd><?php echo $curauth->aim;?></dd><dt>Gtalk</dt>
<dd><?php echo $curauth->jabber;?></dd><dt>Website</dt>
<dd><a href="<?php echo $curauth->user_url; ?>"><?php echo $curauth->user_url; ?></a></dd><dt>More profile information</dt>
<dd><?php echo $curauth->user_description; ?></dd>
</dl>
E pronto, é tudo. Para sugestões, reclamações ou outro tipo de feedback, a caixa de comentários está sempre disponível. Digam-me fariam de diferente ou o que acham que podia estar melhor.
November 7th, 2007 — Relações Públicas, público externo
Geralmente, quando tenho de contactar uma empresa e recebo uma resposta fico admirado. Não é por nenhuma razão em especial, é porque geralmente não existe um gabinete de contacto com o público externo. Essa função fica a cargo da recepção ou de quem estiver a atender os telefones.
Quando se trata de um e-mail, é normal ter várias moradas que posso usar. Uma para o gabinete de imprensa, outra para reclamações, uma para encomendas, outra para questões gerais.
O que me acontece é que me sinto perdido, digo para mim mesmo “que se lixe” e mando para o geral@empresa.com.
Nem sempre recebo uma resposta rápida, isso até compreendo. O problema é quando recebo um e-mail que já vem tarde e ainda por cima não me diz nada de relevante.
Sempre achei que a Imagem de um organização se forma nos primeiros contactos. Na resposta a um e-mail ou num telefonema bem conduzido.
“Pois eu sinceramente não sei, mas diga-me o seu número de telefone. Eu vou procurar a resposta e já lhe ligo.” É o tipo de resposta que eu não me importo de receber. Estão a poupar-me tempo, a ser sinceros e a evitar que eu me aborreça ao telefone.
E há casos em que ter um canal de comunicação sólido é suficiente para obter contratos milionários. Uma destas chamadas pode ser uma tentativa de contacto com o gabinete de vendas. Que está geralmente demasiado ocupado e sob demasiada pressão para dar ao possível cliente toda a atenção que ele merece na altura.
É aqui que entra em jogo a ideia da desk de atendimento. Profissionais de comunicação devidamente informados sobre a empresa, que facilitam a comunicação entre o público externo e interno. É nas primeiras impressões que formamos juízos de valor, por isso, além de facilitar a comunicação, esta desk será um dos componentes de imagem mais importantes.
November 5th, 2007 — Relações Públicas
A Computer World apresenta uma notícia com o seguinte titulo: A Web 2.0 será inevitável nas empresas.De facto, é um bocadinho óbvio. As empresas seguem a evolução da tecnologia e estão sempre a enfrentar questões relacionadas com a comunicação interna.
A questão é, como é que as tecnologias de web 2.0 se vão inserir nos processos de comunicação que já existem? Nos jornais, algumas redacções usam wikis para partilhar informação sobre alguns temas mais constantes. Há empresas com muitos funcionários que recorrem a redes sociais rudimentares, outras optam por directórios mais estáticos. E mesmo que o uso de feeds RSS não esteja dinamizado, os funcionários têm acesso a leitores de RSS.
O desenvolvimento destas aplicações pode mesmo deixar de caber ao departamento de TI, avançam os especialistas. Esta evolução possibilitará às equipas focalizarem-se em projectos mais ambiciosos para as operações de negócio em geral, em vez de direccionadas para as necessidades de grupos de trabalho individualizados.
O departamento de TI terá sempre o seu papel. Mas é importante que a aplicação destas ferramentas fique a cargo de alguém capaz de identificar os processos de comunicação da empresa. Cada funcionário terá a sua forma própria de comunicar, recolher e processar informação. Todos terão niveis diferentes de literacia informática.
Por isso a aplicação da tecnologia típica da web 2.0 tem de alinhar vários factores:
- Os objectivos da organização;
- A forma pessoal de comunicar dos funcionários;
- Os métodos de recolha e processamento de informação;
Só então podemos escolher as plataformas de comunicação. Podem ser blogs integrados com wikis ou mesmo com a função de sms do twitter. Por isso é que o RSS se torna tão importante. Porque facilita o uso da mesma informação por várias plataformas.
Link alternativo para o artigo: http://www.elojas.com.pt/noticias/web-20-sera-inevitavel-nas-empresas
October 10th, 2007 — Relações Públicas
A necessidade de distribuir informação interna levou a que muitas empresas investissem em intranets. Algumas das quais são muito antigas ou se baseiam apenas na partilha de documentos.
O problema é que alguns sistemas de intranet não são fáceis de adaptar aos novos tempos. Surgem por isso obstáculos como a compatibilidade do Internet Explorer, a carga no servidor interno e outros factores.
Mas o obstáculo maior pode ser o tempo perdido à procura de informação. É dai que pode vir a necessidade de aplicar técnicas de SEO. Tanto no campo da programação do website, como na apresentação dos resultados de pesquisa.
Como área de SEO tem uma série de possibilidades. Primeiro porque controlamos o motor de busca que será usado, logo podemos trabalhar nos dois lados da questão. Na apresentação dos resultados e na optimização e indexação dos conteúdos.
É o tipo de investimento que trás um retorno difícil de medir. Porque o que se ganha é um acréscimo da produtividade de cada empregado. Mas podemos ter uma ideia do resultado se aumentar o número de pesquisas bem sucedidas.
No entanto, ao fazer um investimento deste género é melhor apostar também numa actualização completa do software da intranet. Caso contrário, arriscamo-nos a que o esforço de SEO fique a meio e pelo mesmo custo.
July 5th, 2007 — Links de Relações Públicas, Relações Públicas
Este será o primeiro post com Links para páginas de relações públicas ou que focaram o tema de modo interessante.
Fico à espera do vosso feedback e sugestões!
June 13th, 2007 — Relações Públicas
De um modo simples, um Wiki é uma página que pode ser editada por várias pessoas. É a tecnologia usada na wikipedia onde toda a gente pode corrigir ou acrescentar informação.
Este tipo de páginas pode ser aplicada noutros contextos. Alguns websites usam-nas para criar listas de perguntas frequentes e deixar que os membros da comunidade contribuam para o projecto.
Como meio de comunicação interna, um wiki pode ter vários usos:
- Gestão de projectos,
- Organização da Pesquisa efectuada por vários grupos,
- Arquivo de informação (para redacções de jornais ou revistas por exemplo) ,
- …e muito mais, consoante o contexto
A principal falha do modelo wiki está na forma de colocar a informação. Quem tenta editar a wikipedia percebe isso. A forma de colocar texto nem se assemelha ao típico HTML. Este tipo de entrave impede que o modelo seja aplicado de modo mais abrangente nas organizações.