July 24th, 2008 — Relações Públicas

Chinese Fishing Nets, photo by exfordy
Terminámos o último post a falar das redes que se formam entre os blogs e das suas características. Mas só tocámos a superficie.
Para começar as redes não se limitam aos blogs, podem e são geralmente redes de pessoas.
Por exemplo, um forum por si só constitui uma comunidade. E os membros desse forum formam redes ao participar noutros forums. Mesmo que não haja troca de links entre os dois.
E a essência das redes serão esses elos. Neste caso, não só os links trocados mas também as acções, reacções e interacções de ambas as partes.
Não conheço software de análise que tente identificar estas redes. Mas há um esforço bastante interessante por parte da Touchgraph. A falha da ferramenta para este modelo de que estamos a falar, é não se basear em acções, reacções e interacções. Baseia-se nos resultados de pesquisa do google e nos links relacionados que são sugeridos.

Podemos aproveitar para identificar já três falhas neste modelo de análise.
A primeira é a falta de uma ferramenta apropriada para identificar estas redes. Uma ferramenta que recolhas as métricas de primeiro e segundo nível para permitir o terceiro nível de análise.
Em segundo lugar é díficil saber onde começar. Podemos partir de um blog para iniciar a pesquisa e identificar a rede, mas como escolhemos esse ponto de partida?
E por fim, é preciso saber parar. Esta falha do modelo pode ser relacionada com o conceito de seis graus de separação, seguindo esta ideia existe um elo entre dois blogs seguindo apenas seis links, mas sabemos que não é bem o caso. Ou pelo menos eu nunca vi esta regra de seis graus/passos a ser comprovada.
Voltando à rede de blogs que podemos identificar. Podemos levar a análise um bocadinho mais longe se tentarmos analisar o nível de influência que ela tem pela ocorrência das mesmas palavras chave noutros meios ou pelo número estimado de visitantes que se deixam envolver pelo tema e o debatem através de comentários.

Escrito por Pedro Fonseca
A rede também pode ter uma dinâmica que lhe permite ir além do blog e influenciar outros aspectos da vida em sociedade. No livro “Blogues Proibidos” temos vários casos em que surgiram redes de blogs com uma influência directa nos meios de comunicação e outros aspectos da sociedade.
Para identificar essa dinâmica podemos tentar traçar um perfil dos utilizadores. Uma das formas de o fazer é através dos sistemas de valores.
De acordo com Geert Hofstede, os sistemas de valores são o centro da cultura. Vendo cultura como o software da mente, algo que condiciona a nossa forma de agir e de tomar decisões em oposição ao conceito de cultura do ponto de vista da antropologia e da sociologia.
No caso de uma agência, a análise dos sistemas de valores serve para escolher a abordagem mais adequada no relacionamento com os bloggers. Se for contraposta com uma análise dos sistemas de valores da empresa cliente, pode ser útil para identificar e corrigir dificuldades de comunicação.
Num post recente, o professor David Phillips abordou o tópico de sistemas de valores e análise semântica, explicando as implicações nas métricas de relações públicas.
This weekend I anticipate being able to analyse all the pages of designated web sites using semantic analysis. The objective is to be able to identify values systems evident in the text in the form of semantic chunks.
The model posits that relationships are based on values shared between actors and semantic chunks of text have characteristics akin to values. For all intent and purposes, semantic chunks in web sites are expressions of values. They are not the complete set of because other elements such as design, site uptime, photographs, video and other images are also expressions of organisational (and personal) values.
Outra forma de olhar para a rede, será pela frequência de actualizações e participação na mesma. Esses bloggers mais activos e participativos poderão mostrar-se como um dos melhores veiculos de comunicação. No entanto, é preciso ter em conta que alguns bloggers se mostram bastante activos no seu próprio blog, mas participam pouco nos diálogos que decorrem à sua volta.
E é assim que numa síntese de três posts tentei explicar a minha forma de entender a blogosfera e de avaliar os blogs e os respectivos autores.
Assumo que tem algumas falhas, e provavelmente ainda há métricas importantes que eu deixei de fora. E não é uma análise que eu alguma vez tenha visto aplicada; mas é desta forma que tento raciocinar antes de dar opinião sobre outro blog. — São medições que eu faço “a olho” e por isso mesmo não têm o rigor ciêntifico necessário para tarefas de consultoria.
Já me contaram que o blog do Markl ultrapassa o Expresso em pageviews. Não fui confirmar, mas não me admira que seja verdade.
Como ponto a favor, sempre é uma forma de olhar para os blogs que não deixa de fora a componente social. Como crítica principal, não se aplica tão bem aos “blogs de topo” como o do Nuno Markl, ou mesmo o Abrupto.
E mais?
Mais nada, o meu objectivo era apenas partilhar algo em que estive a pensar durante altura em que não actualizei o blog. Ficamos por aqui e agradeço a paciência de quem chegou até este parágrafo. Como sempre, as dúvidas, contributos e opiniões são mais do que bem vindas!
July 23rd, 2008 — Relações Públicas

Photo by Cuellar
No primeiro post foi feito um inventário das principais métricas usadas para avaliar blogs individualmente. Esse primeiro nível de métricas é matemático, é frio e tem as suas falhas. Podem servir para modelos de análise simples, como é o caso de blogs de nicho suportados por anúncios.
Mas é um primeiro nível essencial, onde vamos encontrar a base para perceber algumas métricas mais complexas, menos conhecidas e mais difíceis de medir. Este segundo nível de métricas já começa a
A Linha Editorial
Podemos olhar para esta métrica como o nível de previsibilidade de um blog. O autor pode ou não ter uma linha editorial, temas a que se dedica de modo regular.
Para os blogs a linha editorial pode ser mais flexível do que nos meios tradicionais. Como exemplo, podemos olhar para o blog Economia e Finanças. A linha editorial existe e é clara, trata-se de um blog sobre economia onde o tema é explicado de modo acessível. Mas não significa que o blog não aborde temas paralelos, como por exemplo a reputação online e o relacionamento dos bancos com os clientes.
A linha editorial já é algo mais difícil de medir e que implica questões binárias ou de escala:
- Existe linha editorial?
- Até que ponto é que a linha editorial é rígida?
- Quais são os objectivos do blog?
- …
Reacções
Links, comentários e visitantes regulares vão traduzir-se em reacções. Acho muito interessante usar as reacções como métrica por causa do carácter comulativo. As reacções não surgem sem pageviews, links ou visitantes habituais, resolvem-se assim alguns problemas que identificámos no primeiro post sobre este tema.
Essas reacções podem ser através dos respectivos blogs ou de outra plataforma de publicação como o twitter, friendfeed ou mesmo comentando noutros blogs a respeito do conteúdo inicial.
Uma reacção pode ser também uma influência na linha editorial de outro blog, mas a este nível é mais difícil de provar ou mesmo identificar essa alteração. A não ser que se observe atentamente a sequência de posts dos dois blogs em paralelo, às quais teríamos ainda de acrescentar outros conteúdos dos dois autores, como o stream do twitter.
Podemos levar estas métricas mais longe se entrarmos no campo da análise semântica. Aqui o que se pretende é perceber a polaridade das reacções (positiva, negativa ou neutra).
Se o conteúdo publicado por um blogger tiver tendência a gerar muitas reacções negativas ou neutras, então não fará tanto sentido apostar nele como veículo de comunicação sem pelo menos ajustar a abordagem.
A análise semântica pode ser aplicada aos conteúdos ou aos comentários. Bem como aos links e a outro género de menções. Com esta análise podemos mesmo encontrar um blogger que publica conteúdos com um foque muito negativo mas que gera comentários positivos, em desacordo com a opinião do autor.
Características da Rede
Neste contexto, rede refere-se a um grupo de bloggers em torno de um determinado tema, ou que mostram interesse por temas próximos. O melhor exemplo são os baby blogs e os blogs de tecnologia que se divididem pelos diferentes sistemas operativos.
Para perceber se existe rede ou não, temos de monitorizar os blogs consoante a linha editorial e ver em que casos há palavras chave com significados próximos.
A rede pode ser mais ou menos próxima conforme há mais ou menos reacções e interacções entre os bloggers e o conteúdo que publicam. Interacção neste contexto é algo superior a uma reacção porque implica esforço coordenado dos dois lados. Um exemplo é a prática de guest posts, a criacção de e-books gratuitos ou a troca de memes (este último costuma ser uma forma mais fraca de interacção).
Consoante os temas, a rede pode estar polarizada em posições a favor ou contra. Para demonstrar, podíamos fazer um esforço para identificar os bloggers a favor ou contra a associação de bloggers. Estar mais ou menos polarizada não impede que existam elementos neutros ou que demonstram uma opinião que não se enquadra como positiva ou negativa naquele contexto.
Ou seja, além de neutra, uma rede de blogs em torno do mesmo tema pode ainda ter vários polos. Se olharmos para os diferentes blogs em torno do tópico de sistemas operativos, vemos que cada um apresenta a sua opinião sobre qual é o melhor sistema.
Algumas destas redes vão estar mais sujeitas à influência de “tópicos quentes”. Esses tópicos, ou temas, podem não fazer parte da agenda dos meios de comunicação tradicionais, como os jornais ou a televisão. Recordo-me por exemplo da discussão que se gerou na blogosfera em torno da norma de documentos proposta pela Microsoft, ignorando por completo a norma aplicada pelo Open Office.
Surgindo um tópico quente, podemos ganhar uma percepção do alcance de uma destas redes. Seja de que forma for, é importante olhar para estas redes e tentar perceber o modelo de comunicação vigente.
Isto significa perceber onde estão as fontes de influência, se surgem líderes de opinião ou se a conversa dispersa.
A conjugação de métricas
Para perceber se existem ou não estas redes, temos de conseguir avaliar os blogs individualmente conjugando as métricas de primeiro nível. Nem sempre vemos esse exercício a ser feito, geralmente a tendência é para analisar o número de pageviews, subscritores e comentários para perceber se existe retorno. Pouco mais. Nem sempre se fazem perfis dos visitantes com base nestas métricas, ou se faz uma avaliação das mesmas que vá além da medição “a olho”.
No caso das pageviews, ganham mais relevância se forem relacionadas com o tipo de conteúdo consultado. E para que isso aconteça é necessário que o site tenha sido construído com essa análise prevista.
Da mesma forma, é difícil perceber se o conteúdo se mostrou adequado às necessidades do visitante. Imaginem por exemplo um website que se dedica a partilhar a música de artistas independentes. Não vai ser o número de downloads a indicar se a pessoa gostou ou não.
Tudo isto para explicar que …
Vai ser pela escolha de métricas de primeiro nível indicadas que vamos conseguir construir um modelo de análise de segundo nível. Onde um blog não é avaliado individualmente, mas como parte de um contexto e tendo em conta o seu potencial de comunicação relativo a um determinado tema e objectivos.
Podemos levar esta análise de segundo nível mais longe, através de uma análise dos sistemas de valores. Fica para o próximo post.
July 18th, 2008 — Relações Públicas
Para quem não tem interesse por blogs, basta dar um olho na pesquisa do technorati por associação de bloggers. Fica-se logo a perceber a ideia e algumas das questões que ela coloca.
Da minha parte, uma associação de bloggers terá todo o apoio. Mas por uma razão de sanidade mental tenho de colocar algumas perguntas incómodas.
No primeiro post do Bitaites sobre o tema explica-se bem as razões por trás do PTblogs e alguns objectivos da Associação.
Um deles é destacar os bons blogs, e isso passa por credibilizar os blogs como forma de comunicação. Para contrariar a perspectiva redutora que surgiu numa reportagem da Sic.
Segundo o website official, a PTBlogs tem também o objectivo de unir os bloggers.
proporcionando espaços de discussão e formas alternativas de transmitir uma mensagem que de outra forma seria dispersa e desagregada, ficando presa somente nos blogs individuais e iniciativas de cada um de nós.
Neste ponto começo a ter as minhas dúvidas, principalmente quando se começa a falar do “porquê” e “como”.
O “porquê” começa por ser simples, trata-se da reacção à perspectiva que os meios de comunicação têm dado dos blogs. Mas o que se quer é mostrar uma realidade diferente ao público geral.
E não sei até que ponto estamos a escolher a melhor forma de o fazer. Em Portugal temos uma tendência especial para criar associações, e ao mesmo tempo uma predisposição para desconfiar das associações.
Também não nos podemos esquecer que os blogs são dificeis de por em categorias ou caixinhas. Como é que a associação espera representar os respectivos bloggers?
Ainda não se falou de registar ou não a associação, mas se for feito surgem outros desafios: definir o conceito de blogger; a forma de eleger uma direcção; o financiamento; e até uma questão de privacidade para bloggers que querem pertencer à associação mas ter os seus dados protegidos.
Pode parecer-vos estranho, mas eu não estou contra a associação e apoio a iniciativa no que puder. Mas ao mesmo tempo sinto-me obrigado a apelar a alguma reflexão mais realista dado o entusiasmo. Com que se fala da iniciativa.
Na minha perspectiva, os blogs são importantes e interessantes em parte devido ao caos. E tentar trazer alguma estrutura pode limitar a dinâmica, mesmo que essa estrutura seja uma associação. Mais que não seja porque divide as águas em termos de bloggers associados e não associados.
April 13th, 2008 — Relações Públicas
Fui convidado a ir à Lan Party Moita falar de blogs e Web 2.0. Sendo um tema de que gosto não hesitei muito a dizer que sim. O único problema era mesmo a minha agenda porque sábado e domingo são os poucos dias em que posso descansar. (E que mesmo assim passo geralmente a preparar a semana seguinte…)
Mas agora que está tudo pronto, em que já anotei algumas ideias para falar confesso que tenho algum receio. Se não estão a perceber porquê, vejam o programa de palestras:
Dia 25 - Open Source Video > Ricardo Lobo
Dia 26 - Wokshop Redes Cisco > Rumos
Dia 26 - Blogues & Web 2.0 > Bruno Amaral
Dia 27 - Wokshop Linux Prático > João Matos
Portanto, no meio de workshops práticos vamos falar de web 2.0, social media e relações públicas.
Se o grupo for pequeno já sei o que faço, esqueço os slides e outros adereços e esqueço também o modelo de palestra. Sentamo-nos à conversa sobre o impacto que os social media estão a ter em Portugal e já tiveram noutros países.
Sinto que o twitter vai ser um dos temas de conversa, não sei porquê…
Portanto, Sábado dia 26 no recinto da Lan Party Moita. A palestra deve começar às 15h, mas combinei com o Pedro Cavaco aparecer mais cedo, às 14h para ter tempo de falar com o pessoal nas calmas.
Até lá podem deixar as vossas sugestões por comentário ou e-mail. Serão bem vindas!
January 28th, 2008 — Blogging, Guest Blogger
O Bruno convidou-me nestas ‘férias’ para que escrevesse um artigo como Guest Blogger sobre Blogs de Nicho. Achei o convite interessante e pensei logo em diversos pontos que queria tocar neste artigo, por isso mesmo optei por fazer uma série de artigos em vez de um só. Peço desculpa ao Bruno e aos seus leitores de tomar assim o espaço, mas esta série de artigos estender-se-á por toda a semana.
Antes de mais nada devo-me apresentar. Sou Sérgio Rebelo, Blogger, e mantenho, entre outros, o blog 2.5 do qual sei que o Bruno é leitor e comentador habitual. Publico também o Ponto Sapo, blog de Nicho sobre a Internet em Portugal, mais concretamente sobre as novidades e acompanhamento do maior portal português. Julgo que o Convite do Bruno para que escrevesse sobre o Tema se deve, em parte, ao Ponto Sapo.
A meu ver, a maioria das técnicas, cuidados e abordagens a ter nos Blogs de Nicho não são exclusivas dos Blogs de nicho, são válidas para a grande maioria dos Blogs.
Na realidade, ao falarmos de Blogs de Nicho estamos a falar de Blogs temáticos altamente especializados, mas a maioria dos Blogs já são temáticos. Muitas vezes têm mais do que um tema, de acordo com a experiência, envolvência e vontade dos seus autores, mas na essência falamos de publicações temáticas, muitas vezes focadas num nicho.
Os Blogs de Nicho podem assumir uma grande importância no panorama informativo especializado porque abordam temas que, dada a sua especificidade, não são cobertos pela media tradicional ou são relegados para colunas ou secções de publicações temáticas. Alguns Blogs acabam por se tornar referência para todos os que se interessam pelo nicho abordado. Os Blogs de Nicho exploram a Cauda Longa, cuja importância é cada vez mais reconhecida.
Os Blogs de nicho são também (ou deviam ser) fruto de desejo das Agências Publicitárias que têm neles, algo que se procurou sempre e sempre se continuará a procurar, que é a segmentização do Target. O preço de anunciar numa publicação temática (e quanto mais especializada for a publicação, mais isto é verdade) é bastante maior por cabeça do que numa publicação generalista. E isto acontece por uma simples razão: Sabemos a quem nos estamos a dirigir.
January 4th, 2008 — Blogging, Comunicação Social, Jornalismo, Relações Públicas, gestão de crise, público externo
O Carlos Duarte mostrou-me este post:
Automakers Blog to Make Their Point, Connect With Customers
When Chrysler CEO Bob Nardelli didn’t like the negative stories being written about the automaker in the business press over the past couple of weeks, he didn’t write nasty letters to the editor that may or may not have been published. He didn’t call a press conference to discredit the reports.
He blogged.
Muitas companhias não chamam os jornalistas à atenção quando estes cometem erros ao publicar notícias. Medem o peso da publicidade negativa e só recorrem ao direito de resposta quando acham que vale a pena.
A razão para fazer isto é porque não querem hostilizar os jornalistas. Temem que estes reajam mal ao ser chamados à responsabilidade e não publiquem mais notícias a respeito da empresa.
Já os bloggers têm tendência a mostrar uma postura diferente e mais positiva.
Dai que esta medida da Chrysler possa ser bastante arrojada. Não por se apostar nos blogs, mas por se colocar os jornalistas fora da equação. Alguns podem ver essa atitude como sinal de agressividade.
No mesmo artigo, fala-se da postura do relações-públicas da Chrysler:
Actually, the first blog Chrysler launched is The Firehouse, named after The Firehouse pub Chrysler operates during the Detroit auto show press days. Initially, it was mainly devoted to the viewpoints of one employee: Jason Vines, the company’s public-relations vice president who recently resigned apparently due to disagreements with Nardelli. Vines always enjoyed wrangling with journalists and others around what Chrysler was doing, what its executives were saying and what was developing in the industry, and The Firehouse – an invitation-only blog aimed at news-media representatives – gave him an unprecedented platform.
December 12th, 2007 — Blogging
Confesso que fiquei surpreendido quando vi a nomeação deste blog, para melhor blog geek.
Não só porque invejo a categoria de melhor blog na categoria de Educação, mas também porque não imaginava que sequer me iam nomear.
E partilho o mesmo sentimento que o Ricardo, estar nesta lista, por si só já é bastante.