April 12th, 2008 — Blogging, Relações Públicas, en, público interno
For the first time, Cape Verde has a college course on Public Relations. And does this have to do with me?
Well, nothing at first. But I was given the opportunity to help the first class of PR students build their blog.
And so it was, it didn’t take me more than a few minutes because I had already documented what I did to build my class’ blog. And this second blog is aimed at being simpler. Without the profile page for each user for example.
This time we are taking a gradual approach because I had a hard time getting my classmates to use our blog proactively. And I think it was mostly because of all the bells and whistles I added to wordpress.
But enough about this. In case you are wondering what I did, I leave you the list of features and how they where implemented:
What do we need?
Wordpress is easy to adapt to our needs. All we need is to give it some thought and try to see obstacles ahead. We can have registered users, but do we need to? Will our users use RSS feed? If not, maybe we should give them the chance to subscribe to a newsletter format of our RSS.
And how will those users interact among themselves and with the website
The Plugins
After considering these questions, my first take of the internal communication blog had two special features. One of them was Subscribe2, a plugin that allows communication to flow according to the categories that interest us the most. The second feature was a tweak of the Author.php page, so it would show user profile s complete with Gravatar.
If you need to control who registers on your blog, I would point you to Bouncer. It will prompt the administrator of the blog to approve every new registration.
And for added security, Role Manager and User Permissions. These two plugins work together to allow content to be more or less private according to user roles. Another essential plugin was Subscribe to Comments. This plugin send an email once there’s a reply to a comment, and I believe it was an essential factor to nourish the conversation. People may forget to check a post for new comments, but they never forget to check their email.
And being a PR class, I knew we would eventually share videos. Enter Viper’s Video Quicktags to make it a single click process. Instead of requesting the embed code, this plugin asks for the video url and fills in the blanks by itself. So, one less thing for users to worry about, and one less headache for the administrator.
Extra bells and whistles
When a group gathers on the same platform there as to be an option to know who’s involved. Wordpress can take care of that thanks to the Author.php template.
I won’t get into the details. Instead here are the changes I made:
(Keep in mind that this was all done on Wordpress 2.3)
Classes.php
Find:
if ( (0 == count($wp_query->posts)) && !is_404() && !is_search() && ( $this->did_permalink || (!empty($_SERVER['QUERY_STRING']) && (false === strpos($_SERVER['REQUEST_URI'], ‘?’))) ) )
Replace with:
if ( (0 == count($wp_query->posts)) && !is_404() && !is_author() && !is_search() && ( $this->did_permalink || (!empty($_SERVER['QUERY_STRING']) && (false === strpos($_SERVER['REQUEST_URI'], ‘?’))) ) ) {
Author-template.php
Find:
if ( $posts == 0 ) {if ( !$hide_empty ) $link = $name;} else {$link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';
Replace with:
if ( $posts == 0 ) { if ( !$hide_empty )
/*$link = $name;*/ $link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';} else {$link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';(Imagino que esta minha alteração no código esteja um bocadinho redundante, mas foi o que me pareceu melhor na altura e funciona.)
Author.php
Information shown about each user. Again, keep in mind this was before wordpress had gravatar support built in.
<h1>About: <?php echo $curauth->display_name; ?></h1>
<img src="http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=<?php echo md5($curauth->user_email); ?>” alt=”Gravatar” style=”border: 5px solid #dfdfdf” /><dl>
<dt>E-mail</dt>
<dd><?php echo $curauth->user_email; ?></dd><dt>AIM / MSN</dt>
<dd><?php echo $curauth->aim;?></dd><dt>Gtalk</dt>
<dd><?php echo $curauth->jabber;?></dd><dt>Website</dt>
<dd><a href="<?php echo $curauth->user_url; ?>"><?php echo $curauth->user_url; ?></a></dd><dt>More profile information</dt>
<dd><?php echo $curauth->user_description; ?></dd>
</dl>
And here it is, my way of building a class blog. The version I used for the Cape Verde PR blog doesn’t have some of the extras and plugins. Instead I focused on “subscribe2″ and “subscribe to comments”. Here, the main goal is to introduce students to bloggging and engage them. In time I guess they will need and want the extras.
If you do happen to make us of this information or just find a different approach, please, let me know. I would love to hear about it.
January 4th, 2008 — Blogging, Comunicação Social, Jornalismo, Relações Públicas, gestão de crise, público externo
O Carlos Duarte mostrou-me este post:
Automakers Blog to Make Their Point, Connect With Customers
When Chrysler CEO Bob Nardelli didn’t like the negative stories being written about the automaker in the business press over the past couple of weeks, he didn’t write nasty letters to the editor that may or may not have been published. He didn’t call a press conference to discredit the reports.
He blogged.
Muitas companhias não chamam os jornalistas à atenção quando estes cometem erros ao publicar notícias. Medem o peso da publicidade negativa e só recorrem ao direito de resposta quando acham que vale a pena.
A razão para fazer isto é porque não querem hostilizar os jornalistas. Temem que estes reajam mal ao ser chamados à responsabilidade e não publiquem mais notícias a respeito da empresa.
Já os bloggers têm tendência a mostrar uma postura diferente e mais positiva.
Dai que esta medida da Chrysler possa ser bastante arrojada. Não por se apostar nos blogs, mas por se colocar os jornalistas fora da equação. Alguns podem ver essa atitude como sinal de agressividade.
No mesmo artigo, fala-se da postura do relações-públicas da Chrysler:
Actually, the first blog Chrysler launched is The Firehouse, named after The Firehouse pub Chrysler operates during the Detroit auto show press days. Initially, it was mainly devoted to the viewpoints of one employee: Jason Vines, the company’s public-relations vice president who recently resigned apparently due to disagreements with Nardelli. Vines always enjoyed wrangling with journalists and others around what Chrysler was doing, what its executives were saying and what was developing in the industry, and The Firehouse – an invitation-only blog aimed at news-media representatives – gave him an unprecedented platform.
August 28th, 2007 — Blogging, Relações Públicas
Já se falou bastante do caso de Luís Filipe Menezes (LFM), de como o conteúdo do blog era em grande parte cópia directa da wikipédia. Ficámos ainda a saber que tinha um assessor a ajudar na gestão do blog.
Num post anterior, já expliquei porque é que um assessor pode ser útil neste género de blog.
Mas então o que é que falhou ?
Para começar a existência de um assessor não devia ser surpresa. Bastava uma página onde se apresentasse o perfil de LFM e os nomes da sua equipa com as respectivas funções.
Mas no conjunto, esse é apenas um detalhe da polémica. Do ponto de vista da comunicação o blog é pouco eficaz.
Com a actual disposição dos conteúdos até se torna difícil ler os artigos. Os conteúdos da barra lateral, como é o caso do arquivo, blogroll e outros links do autor, surgem no rodapé. E mesmo a escolha dos conteúdos mostra um distanciamento enorme entre LFM e os seus apoiantes.
Por vezes, LFM apresenta os e-mails que recebe dos seus apoiantes. Mas não lhes dá mais do que isso, não agradece o apoio, não esclarece algum detalhe, não acrescenta nada de novo, não comenta. Torna o blog muito unilateral. E o que faz um bom blog é o incentivo ao diálogo.
Eu sei que já proclamei a morte do blogroll. Mas no caso de um blog como o de LFM até fazia sentido ter alguns links para outros blogs políticos. O que não faz sentido é ter um blogroll muito longo a criar ruido na página principal, como era o meu caso.
A própria concepção dos conteúdos mostra falta de cuidados, como ficou provado. Mesmo que os posts fossem devidamente identificados como conteúdos da wikipédia, mostram pouca preocupação.
Optando por citar a wikipédia, o modelo ideal seria citar uma parte do texto. No final colocava-se um pequeno comentário construtivo ou relacionava-se com um tema mais actual.
Tomando por exemplo o Bombardeamento de Hiroshima:
Na manhã de 6 de Agosto de 1945, a Força Aérea Americana largou a arma nuclear Little Boy na cidade de Hiroshima (Japão), à qual se seguiu, três dias mais tarde, a detonação da bomba Fat Man sobre Nagasaki.
O aniversário do bombardeamento ganha mais importância ainda se tivermos em conta a questão nuclear no médio oriente.
A citação está devidamente identificada pelo design, há um link para a página original, coloca-se um comentário e da-se ao visitante mais informação opcional.
August 7th, 2007 — Relações Públicas
Pelo menos é com essa ideia que fiquei. Primeiro foi uma referência a Guy Kawasaki, depois um post intitulado Marketing 2.0.
Curiosamente, as ideias expostas no segundo post estão no Livro Buzzmarketing. Que tem um prefácio escrito por … Guy Kawasaki.
Não concordo é com o título. Marketing 2.0 ? Marketing refere-se ao mercado, e as recomendações que David Bosshart faz estão mais ligadas a Relações Públicas. Porque cultivam o diálogo e a participação da comunidade.
Isto fez-me perceber que se calhar devia ter feito um artigo de introdução à web 2.0 há muito tempo. Felizmente o tema já foi abordado aqui antes. Tivemos uma série de contributos para a definição de web 2.0, e outro artigo falou de cinco tendências para a web 2.0.
Outro artigo que se tornou interessante mostrou como promover uma ideia junto de uma comunidade, através de relações públicas.
Como a web 2.0 afecta a nossa vida em sociedade, escrevi há pouco tempo uma série de artigos sobre os blogs e a nova era de relações públicas (ou a era da web 2.0, como acharem melhor). Tudo isto porque acho que os hábitos de leitura se estão a alterar. A figura do gatekeeper começa a morrer, ou pelo menos a transformar-se completamente.
Por essas razões começa a surgir a necessidade de novos press release, mais focados na web 2.0.
Mas ainda estou a tentar descobrir onde é que eu estava com a cabeça para não fazer um post intitulado “A web 2.0″. Tenho de começar a prestar mais atenção…
August 3rd, 2007 — Blogging
Para quem precisa de uma introdução à ideia de blogging profissional, ou pro-blogging, aconselho este post no blog Jonasnuts.
Para quem já tem uma ideia, a pergunta concreta é: o que faz de alguém um pro-blogger ?
Não me parece que a tentativa de ganhar dinheiro com um blog seja suficiente para definir um pro-blogger. Eu considero-me um pro-blogger mas este blog não tem qualquer fim lucrativo.
Acho que a ideia de pro-blogging inclui na definição vários aspectos.
- Dar a cara pelo que se escreve,
- Actualizar o blog com frequência,
- Praticar a melhor escrita possível,
- Definir uma linha editorial e manter-se fiél,
- Observar de modo sistemático os temas que encaixam nessa linha editorial,
E há de certeza mais coisas a referir. Qual é o vosso ponto de vista ? O que vos parece que faz de alguém um pro-blogger?
July 10th, 2007 — Blogging, Relações Públicas
Refiro-me ao post que li no tux vermelho, Escreva em bom Português!
Leiam e espalhem pela blogosfera !
Mas ! … O que eu gosto mais é o tux vermelho mostra como quebrar as regras para criar algo novo.
Não acreditam em mim ? Leiam o blog do maique.
Leio tudo o que ele escreve pela ortografia e pela forma como constrói as frases.
June 27th, 2007 — Blogging, Comunicação Social
Pacheco Pereira, no blog que já conhecemos tão bem, mostrou a sua opinião a respeito dos comentários e dos blogs. Na altura referia-se ao caso de José Socrates e o blog Do Portugal Profundo.
Passo a citar:
Agora que os blogues começam a sentar-se no banco dos réus, o que é normal em si mesmo porque a lei não pode ficar à porta da Rede se nela se cometerem crimes, independentemente do juízo que se possa ter sobre os casos da actualidade, há uma coisa que me parece indefensável: que o autor ou autores de um blogue não sejam responsáveis pelos comentários que publicam, anónimos ou não, caso as suas caixas de comentários sejam totalmente abertas. Por isso, os blogues que acham que lá por porem uma salva de prata, ou um prato de barro, em cima de um monte de lixo, podem ser vistos apenas pela prata ou pelo barro, enganam-se. O lixo dos comentários, tantas vezes puramente calunioso, está lá, à vista de todos e não serve nenhuma liberdade, nem nenhuma opinião “anti-sistema”, muito menos o “povo” ou a democracia. Bem pelo contrário, serve quase sempre o pior dos sistemas, a mesquinhice da aldeia, a claustrofobia do boato e da insinuação, o crime da calúnia. Depois não se queixem.
A ênfase é minha. Foi aquela frase que me fez parar e pensar. Sim, neste blog eu sou responsável pelos conteúdos e deles resultam comentários. Se esses comentários não estão identificados e não se enquadram no espírito de diálogo que tento cultivar, posso apagá-los sem qualquer peso na consciência.
Mas os comentários devem ser analisados caso a caso! No caso em particular que Pacheco Pereira comenta, houve comentários anónimos que levaram a por em causa a licenciatura de José Sócrates. Eu também teria mantido os comentários anónimos depois de verificar a informação dos mesmos.
Do meu ponto de vista, os blogs devem proteger a liberdade de expressão a partir do momento em que decidem aceitar comentários aos artigos. Podemos ainda exigir que as pessoas se identifiquem para poder comentar, e isso eu também defendo. Porque no final da equação, cabe a cada um a responsabilidade pelo que escreve. Ao blogger, cabe a gestão do blog e da liberdade de expressão de cada um analisando cada caso no seu contexto.
Para não tornar este post mais pesado, o próximo vai falar da gestão de comentários de modo mais aprofundado.
[update]
Outros blogs onde foi mencionado o tema: