origami crane

Freedom To Copy, isto é tudo muito estranho

Há uns dias encontrei o blog onde Miguel Sousa Tavares era acusado de plágio, ontem quando o fui rever dou de caras com um discurso totalmente oposto.

O blog transformou-se num autêntico mecanismo de promoção do livro Equador, como se tivesse sido usurpado. Os textos que apareceram agora afirmam :

  1. O anterior blog alojado neste mesmo endereço não foi censurado;
  2. Este espaço não foi “tomado”;
  3. O endereço estava, à altura da sua mais recente reutilização, disponível;

Pequenos pormenores, o blog não foi censurado, mas os textos desapareceram. O blog não foi tomado, mas o autor é outro (Será? Já nem sei).

A única explicação lógica que encontro é o primeiro autor ter batido em retirada apagando o registo no blogger. Mas acho muito estranho que este novo autor também não se identifique e tenha tanta informação a respeito do livro. (Por mais fácil que seja fazer a pesquisa para recolher a mesma informação, poucos se iam dar a um trabalho tão dedicado.)

Alguém tem os textos originais ? Gostava de os manter online.

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6 comments ↓

#1 Sérgio Rebelo on 10.31.06 at 19:52

Estão aqui: http://freedomtocopyfreedomtocopy.blogspot.com/ :)

#2 Sérgio Rebelo on 11.01.06 at 15:58

O Apdeites hoje fez uma cronologia dos acontecimentos relativos a este caso. (http://apdeites.cedilha.com/?p=250)

#3 Bruno Amaral on 11.02.06 at 19:30

Pois, está visto que o caso ganhou um eco tremendo nos blogs. Aposto que a posição de MST a respeito da blogosfera ajudou …

Isto pede novo post.

#4 JPG on 11.16.06 at 21:41

Vamos ver se, como demonstram as tendências actuais, este assunto cai no esquecimento.
Uma nota sobre o seu post: as notas (numeradas) que refere, no “novo”/vazio FreedomToCopy eram uma resposta a um post do Apdeites

#5 JPG on 11.16.06 at 21:47

Todos os ficheiros originais estão guardados no Apdeites: http://apdeites.cedilha.com/?p=251

#6 Bruno on 11.16.06 at 21:54

Obrigado pela contextualização JPG, e pelo link claro :)

Eu concordo que o caso pode cair no esquecimento. Mas na primeira oportunidade alguém vai aproveitar para reacender a chama.

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