A webdote não colocou esta questão. E se colocou, errou na resposta. Pelo menos foi a esta conclusão que cheguei depois de ler o artigo no Jornal de Negócios.
(…)um dos membros da agência de marketing viral Webdote que se escondeu atrás de um nome fictício e assumiu diferentes personalidades para promover a campanha “Aqui há Selo” dos CTT, levada a cabo entre Abril e Junho deste ano.
“O utilizador ‘online’ está sempre à beira de um click para sair. Se nos dirigirmos a ele como anunciantes de determinada marca ou projecto as suas resistências serão à partida maiores”, explica Ricardo Teixeira, CEO da Webdote.
Se o utilizador cria mais resistências, não vai ser por lhe mentirmos que ajudamos a marca. Muito pelo contrário.
tags: astroturfing, campanha, ctt, spam, transparência, webdote
3 comments ↓
Nunca ouvi falar nesta campanha. E tu? Além de spammers são fraquitos
Um blogger comentou o caso comigo há uns meses. E ele soube por causa de um comentário no blog.
Mas de resto nem sei ao certo em que consistia.
O Carlos Andrade também abordou o tema: http://blog.karlus.net/archives/2008/08/08/2001/
[...] que a Webdote sabe que o que faz é discutível, de um ponto de vista ético e até legal; e que uma vez expostas as suas campanhas isso poderá causar complicações aos seus [...]
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