origami crane

Conversas de Web 2.0 na Lan Party Moita


Lan Party Moita 2008
Fui convidado a ir à Lan Party Moita falar de blogs e Web 2.0. Sendo um tema de que gosto não hesitei muito a dizer que sim. O único problema era mesmo a minha agenda porque sábado e domingo são os poucos dias em que posso descansar. (E que mesmo assim passo geralmente a preparar a semana seguinte…)

Mas agora que está tudo pronto, em que já anotei algumas ideias para falar confesso que tenho algum receio. Se não estão a perceber porquê, vejam o programa de palestras:

Dia 25 - Open Source Video > Ricardo Lobo
Dia 26 - Wokshop Redes Cisco > Rumos
Dia 26 - Blogues & Web 2.0 > Bruno Amaral
Dia 27 - Wokshop Linux Prático > João Matos

Portanto, no meio de workshops práticos vamos falar de web 2.0, social media e relações públicas.

Se o grupo for pequeno já sei o que faço, esqueço os slides e outros adereços e esqueço também o modelo de palestra. Sentamo-nos à conversa sobre o impacto que os social media estão a ter em Portugal e já tiveram noutros países.

Sinto que o twitter vai ser um dos temas de conversa, não sei porquê…

Portanto, Sábado dia 26 no recinto da Lan Party Moita. A palestra deve começar às 15h, mas combinei com o Pedro Cavaco aparecer mais cedo, às 14h para ter tempo de falar com o pessoal nas calmas.

Até lá podem deixar as vossas sugestões por comentário ou e-mail. Serão bem vindas!

Forget Open Source, how about Open Information?

Obercom is the Portuguese Observatory for the Media. And altough they have produced some great studies on the subject, their most recent flashreport leaves a lot to be desired.

The problem is not just the way the terms “Blogger-producer” and “Blogger-consumer” are used, leaving an immense grey area. It’s mostly having a report published in 2008 with data from 2006.

Obercom left this report in the dark for two years. A lot changed since then of course. Enough to make this report useless by now, unless you are mapping the evolution of the web over a long period.

But allow me to broaden the scope and ask: How ethical is it for a research organization to keep information inaccessible?

Enter Open Information

If there are API (Application Programming Interface) built for services like twitter, why not build an interface for researchers to access raw data and publish their conclusions?

This would just mean having extra care not to divulge private information of people who participate in the research. And the questionnaires already reflect that concern by not asking for a name or any information that might lead to a possible identification.

Still, there is ethical ground to uncover here, but I think that it’s something worth considering.

A PR Blog for Cape Verde

For the first time, Cape Verde has a college course on Public Relations. And does this have to do with me?

Well, nothing at first. But I was given the opportunity to help the first class of PR students build their blog.

And so it was, it didn’t take me more than a few minutes because I had already documented what I did to build my class’ blog. And this second blog is aimed at being simpler. Without the profile page for each user for example.

This time we are taking a gradual approach because I had a hard time getting my classmates to use our blog proactively. And I think it was mostly because of all the bells and whistles I added to wordpress.

But enough about this. In case you are wondering what I did, I leave you the list of features and how they where implemented:

What do we need?

Wordpress is easy to adapt to our needs. All we need is to give it some thought and try to see obstacles ahead. We can have registered users, but do we need to? Will our users use RSS feed? If not, maybe we should give them the chance to subscribe to a newsletter format of our RSS.

And how will those users interact among themselves and with the website

The Plugins

After considering these questions, my first take of the internal communication blog had two special features. One of them was Subscribe2, a plugin that allows communication to flow according to the categories that interest us the most. The second feature was a tweak of the Author.php page, so it would show user profile s complete with Gravatar.

If you need to control who registers on your blog, I would point you to Bouncer. It will prompt the administrator of the blog to approve every new registration.

And for added security, Role Manager and User Permissions. These two plugins work together to allow content to be more or less private according to user roles. Another essential plugin was Subscribe to Comments. This plugin send an email once there’s a reply to a comment, and I believe it was an essential factor to nourish the conversation. People may forget to check a post for new comments, but they never forget to check their email.

And being a PR class, I knew we would eventually share videos. Enter Viper’s Video Quicktags to make it a single click process. Instead of requesting the embed code, this plugin asks for the video url and fills in the blanks by itself. So, one less thing for users to worry about, and one less headache for the administrator.

Extra bells and whistles

When a group gathers on the same platform there as to be an option to know who’s involved. Wordpress can take care of that thanks to the Author.php template.

I won’t get into the details. Instead here are the changes I made:

(Keep in mind that this was all done on Wordpress 2.3)

Classes.php

Find:

if ( (0 == count($wp_query->posts)) && !is_404() && !is_search() && ( $this->did_permalink || (!empty($_SERVER['QUERY_STRING']) && (false === strpos($_SERVER['REQUEST_URI'], ‘?’))) ) )

Replace with:

if ( (0 == count($wp_query->posts)) && !is_404() && !is_author() && !is_search() && ( $this->did_permalink || (!empty($_SERVER['QUERY_STRING']) && (false === strpos($_SERVER['REQUEST_URI'], ‘?’))) ) ) {

Author-template.php

Find:

if ( $posts == 0 ) {if ( !$hide_empty ) $link = $name;} else {$link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';

Replace with:

if ( $posts == 0 ) { if ( !$hide_empty )

/*$link = $name;*/ $link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';} else {$link = '<a href="' . get_author_posts_url($author->ID, $author->user_nicename) . '" title="' . sprintf(__("Posts by %s"), attribute_escape($author->display_name)) . '">' . $name . '</a>';(Imagino que esta minha alteração no código esteja um bocadinho redundante, mas foi o que me pareceu melhor na altura e funciona.)

Author.php

Information shown about each user. Again, keep in mind this was before wordpress had gravatar support built in.
<h1>About: <?php echo $curauth->display_name; ?></h1>
<img src="http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=<?php echo md5($curauth->user_email); ?>” alt=”Gravatar” style=”border: 5px solid #dfdfdf” />
<dl>
<dt>E-mail</dt>
<dd><?php echo $curauth->user_email; ?></dd>
<dt>AIM / MSN</dt>
<dd><?php echo $curauth->aim;?></dd>
<dt>Gtalk</dt>
<dd><?php echo $curauth->jabber;?></dd>
<dt>Website</dt>
<dd><a href="<?php echo $curauth->user_url; ?>"><?php echo $curauth->user_url; ?></a></dd>
<dt>More profile information</dt>
<dd><?php echo $curauth->user_description; ?></dd>
</dl>

And here it is, my way of building a class blog. The version I used for the Cape Verde PR blog doesn’t have some of the extras and plugins. Instead I focused on “subscribe2″ and “subscribe to comments”. Here, the main goal is to introduce students to bloggging and engage them. In time I guess they will need and want the extras.

If you do happen to make us of this information or just find a different approach, please, let me know. I would love to hear about it.

PR Open Mic - uma comunidade de Relações Públicas

a social network for public relations professionals and studentsA iniciativa partiu de Robert French (twitter) que escreve no Auburn Media e tem vindo a ganhar fôlego nas duas margens do Atlântico. Para acolher todos os membros que não têm o Inglês como primeira língua, foi criado um grupo de nome English is not my 1st language.

E se pensam que Portugal não tem grande expressão nesta comunidade, enganam-se. Depois de mostrar o link à minha turma, muitos optaram por se registar no PR Open Mic. E a Flávia que escreve o Noticiare ficou a conhecer a comunidade pelo twitter também está presente.

Se tiverem interesse por relações públicas, juntem-se ao debate. E se forem leitores do blog não hesitem em adicionar-me aos vossos contactos.

O Twitter e o IRC

Eu sou incapaz de explicar o twitter sempre da mesma forma. Geralmente tento pensar numa situação habitual para a pessoa com quem estou a falar e aplico o twitter como forma de facilitar a comunicação com um grupo de pessoas mais distantes.

Mas no outro dia estive a comparar o twitter a algo mais antigo, o IRC. Curiosamente, pouco depois o Zone41 descaiu-se com esta:

A minha ideia é que o twitter é de facto como o IRC.

Para quem não se recorda, o IRC é Internet Relay Chat. Usava-me o mIRC para ligar a um servidor e depois entravamos num canal para poder conversar.

Com o tempo, foram criados bots para dinamizar os canais. Programas de computador com funções interessantes: saudavam os recém chegados, faziam pesquisas no google através do IRC, partilhavam ficheiros…

Hoje, o equivalente a esses bots é o http://twitterfeeds.com/ que pega numa feed rss e vai actualizando o twitter com o conteúdo dessa feed. Os bloggers têm usado esse serviço como forma de promover cada novo post no twitter. Algo que sinceramente me incomoda.

Quando sigo alguém no twitter, geralmente já sou subscritor do respectivo blog. Por isso os updates do twitter feeds são apenas ruído. Não acrescentam nada de novo. E dai que eu adopte a mesma postura que o remixtures:

Remixtures \

Ao mesmo tempo cada vez gosto mais do potencial do twitter. Tenho pena que não haja forma de criar canais como no irc. Mas o uso de tags e de serviços como o twemes.com mostra bastante potencial. Permite que se crie um diálogo e por consequência um grupo temporário enquanto durar a razão de se “juntarem”.

Para mim, a definição do twitter depende portanto do uso que lhe quisermos dar. No entanto concordo com o Bruno quando se refere ao twitter como ferramenta para facilitar o diálogo.

Os Meus Erros e os Novos Contratos Sociais

O nosso dia a dia é feito de coisas sem qualquer interesse. Sair de casa, entrar no carro, chegar ao trabalho e outras coisas banais. Mas isso não quer dizer que o dia a dia seja previsível. A qualquer momento podemos ser interrompidos por alguém que está perdido e quer indicações, podemos presenciar um acidente e ter de chamar socorro.

No meu caso, fui alvo de uma mera brincadeira ao chegar à escola para as aulas de mestrado. E exagerei. Podia ter sacudido os ombros e seguido caminho, mas a verdade é que por vezes as emoções chegam primeiro. Chamaram-me à atenção e assumi que agi mal.

E como se espera, hoje em dia há sempre alguém de telemóvel em punho para filmar.

Seguindo a visão de George Orwell no livro “1984″ podemos chegar ao ponto de dizer que cada um de nós tem o potencial de se tornar em Big Brother pelo acesso facilitado à criação, publicação e difusão.

A questão que se coloca é se queremos viver nesse género de mundo. E a verdade é que ele já é uma realidade e não há nada que se possa fazer. O que se passa é que ainda existem as duas visões de contrato social. Na primeira, cabe às instituições e à moral regular os bons costumes, respeitam-se os direitos de imagem e a esfera privada de cada um. Na segunda visão do contrato social, policiamo-nos mutuamente.

O caso do Sidekick roubado é paradigmático de um extremo deste novo contrato social.

Neste novo contrato social somos todos responsabilizáveis pelos nossos actos, mesmo as empresas ou outras instituições. E por mais constrangimentos que isso nos traga, os benefícios podem ser igualmente valiosos.

O novo contrato social obriga-nos a avaliar constantemente quem queremos ser e como nos queremos inserir em sociedade. Não estamos é habituados às sanções e à tecnologia que fazem parte deste novo contrato.

Na minha parte a conclusão é mais simples. Exagerei e estou arrependido, aprendi algo sobre mim e espero conseguir evitar o erro se voltar a estar numa situação semelhante.

Behind the Spin, A revista online para Estudantes

Podia ser apenas mais um esforço de criar uma revista de relações públicas. O que a torna diferente é o espírito de colaboração e participação. Como se isso não bastasse, o editor dá pelo nome de Richard Bailey, o autor do blog PR Studies.