Tenho estado a tentar compilar uma lista de posts que possam servir de base para perceber do que se fala no blog. Até agora a lista é a seguinte:

A lista não está por ordem, nem me parece que esteja completa. Mas é um começo.

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Post image for Foi pena,

Foi pena,

by Bruno Amaral on 25 de Maio de 2009 · 5 comments

mas este blog não ganhou o Grande Prémio APCE.

O vencedor foi o blog O Planeta Agradece, da Caixa Geral de Depósitos.

Por momentos tive esperança de que o prémio de melhor blog fosse atribuido. Por várias razões: porque é um trabalho que começou em 2005, que cresceu e mudou ao longo do tempo. Foi um projecto que me fez aprender bastante e graças ao qual surgiram oportunidades fantásticas e amigos incriveis.

Mas ao mesmo tempo acho que premiar o blog “O Planeta Agradece” é algo que já vem com um ano de atraso.

Sei que a Maria João Nogueira provavelmente não liga a prémios, mas não deixa de ser um blog alojado nos blogs do sapo.

Não sei quais foram os critérios de avaliação e por isso não posso fazer comentários. No entanto, acho que se torna pertinente eu explicar o que me levou a arriscar e a concorrer como participante individual. O que se segue é o texto integral da “memória descritiva” que foi pedida aos participantes.

“RELAÇÕES PÚBLICAS” – www.brunoamaral.com

O que é o nome de uma disciplina e de uma profissão tornou-se no nome de um Blog dedicado a todos os aspectos que rodeiam o termo. Desde as perspectivas mais tradicionais passando pela vertente de relações públicas online.

Ao contrário de blogs tradicionais, este é alojado em servidor próprio, e tem como URL o nome do autor. Para gerir os conteúdos o blog usa a plataforma WordPress e tem como template a Framework Thesis – O que de melhor se faz no que diz respeito a tecnologia de Web.

Começou por ser um blog pessoal mas ficou clara a necessidade de alterar a estratégia. Por isso o título deixou de ser “Bruno Amaral” para ser “Relações Públicas”. Esta alteração veio acompanhada de uma nova linha editorial, mais focada nas questões em torno das Relações Públicas para se tornar num dos três primeiros blogs dedicados ao tema, logo a seguir ao “Relações Públicas Sem Croquete” de Renato Povoas e ao “Responsabilidade Social Das Empresas – O Contributo das Relações Públicas” de Cláudia Vau.

Para completar a alteração de estratégia, adoptou-se como logótipo uma figura de origami, como símbolo de simplicidade e profissionalismo. Criou-se assim um aspecto importante de branding pessoal que foi essencial para a diferenciação do blog.

Este alinhamento estratégico significou adoptar uma estratégia de Search Engine Optimization em torno do tema. Foram tidos em conta uma série de aspectos na forma de escrever novos posts; a participação activa junto de comunidades online; optimizar toda a programação do website para ser mais acessível a motores de busca; e a adopção de métricas para monitorar o desempenho dos esforços. Não apenas o número de visitantes, também as palavras-chave usadas para chegar ao blog, a monitorização de inlinks e outros aspectos.

pesquisa por Relações Públicas no Google. Imagem com data de 26 de Fevereiro de 2009.Hoje em dia surge como primeiro resultado do Google para o termo relações públicas na maior parte das pesquisas e é uma referência incontornável na blogosfera Portuguesa dedicada ao tema.

O retorno deste esforço tem sido medido através das oportunidades de participar no diálogo online e no contacto com outros profissionais da área.

Não são apenas estes resultados que tornam o blog “Relações Públicas” digno de ganhar o Grande Prémio da APCE, é também o facto de ter sido criado e ser gerido tendo por base uma estratégia clara de comunicação online.

Estatísticas de pesquisa do google, actualizadas a 23 de Maio de 2009Em complemento ao screenshot da pesquisa pelo termo Relações Públicas,  o google também mostra o panorama de SEO deste blog.

Gostava de poder dizer “paciência, fica para o ano”. Mas não sei, logo se vê.

Por enquanto a próxima paragem é a Conferência Bledcom 2009, para apresentar um paper em parceria com o professor David Phillips.

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Segundo o Jornal Briefing, num artigo Estudo: Marketeers assumem não perceber redes sociais.

No Buzzófias, ninguém parece estar surpreendido.

Mas o melhor comentário, e o que me chegou primeiro, veio do Alexandre Elias (Kreab Gavin Anderson):

Esta é uma clara oportunidade para os profissionais de RP!

E de facto é. As relações públicas sempre se esforçaram por perceber diferentes públicos, independentemente do contexto. E o próprio carácter de uma campanha de relações públicas permite que se possa participar de modo mais coerente nas redes sociais.

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Grande Prémio APCE 2009 - Convite

Grande Prémio APCE 2009

by Bruno Amaral on 18 de Maio de 2009 · 2 comments

O convite chegou hoje :)

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Uma das melhores formas de compreender o indivíduo é através do seu processamento de informação e estratégias de decisão. Isso implica perceber a forma como a pessoa recolhe a informação, quais as fontes em que confia mais e de que modo as utiliza.

Em Psicologia, a resposta a esta questão costuma ter por base a nossa interpretação (percepção) do mundo e compreensão do mesmo. A forma, mais ou menos adaptativa com que o indivíduo se situa na sua realidade e na dos outros, e a forma como processa a comunicação interior e exterior.

Existe claramente uma ligação entre as variáveis cognitivas e de comportamento das pessoas, associada aos traços de personalidade que todos temos, e da consciência de nós mesmos e dos outros.

O processamento de informação e as estratégias que utilizamos no dia-a-dia podem ser abordadas, na Psicologia, pelas mais diversas áreas, como por exemplo, a Cognitiva-Comportamental, a Sistémica e a Dinâmica.

A intervenção que cada uma delas faz com o indivíduo, no sentido de compreendermos as características do processamento de informação do mesmo, vai influenciar o nosso entendimento relativo às estratégias que cada pessoa utiliza, na sua vida, quer a nível de tomada de decisão, quer a nível de interpretação dos estímulos.

No decorrer de um seminário do google, o filósofo da linguagem John Searle levou a questão um bocadinho mais longe e coloca mesmo em causa a nossa capacidade de livre arbítrio.

É um vídeo um bocadinho longo, mas a ideia é bastante interessante.

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