Bledcom, First Day

by Bruno Amaral on 3 de Julho de 2009 · 0 comments

Made it to Bled after a trip that proved to be longer than expected.

And so far I most say that the choice of subject for the conference was perfect — Culture and Public Relations.

It was interesting to listen to perspectives on how culture changes Public Relations from Hong Kong to Germany, no matter what area we are talking about — Lobby, Stakeholder Management, Political Communication and more.

Such presentations do more than just spark curiosity, they make me re-think what I know about Public Relations in a broader scale. Due to the different values that help make up each culture practices and strategy need to be re-thought.

Each presentation can also serve to point out to a need to understand values systems and how they influence relationships as being the challenge for practitioners.

Cannot wait to see how tomorrow will turn out to be.

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Bledcom 2009

by Bruno Amaral on 2 de Julho de 2009 · 0 comments

In a few hours I will be travelling to Venice, so I can then reach Bled in Slovenia by train.

The occasion, Bledcom 2009 where I am presenting a paper with Professor David Phillips. We will be talking about A proof of concept for automated discourse analysis in support of identification of relationship building online.

What this means is that due to the way we now communicate it is possible to identify relationships and networks of relationships. Thus placing Public Relations in a new light.

But more on that later, I will try to post on the blog and on twitter as much as possible using #bledcom as a tag.

Photo Copyright: http://www.flickr.com/photos/trentstrohm/130077084/

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As conversas que tenho sobre redes sociais, sobre o twitter e o facebook em especial, já me soam a ideias recicladas.

Não acrescentam nada de novo e geralmente dou por mim a desmitificar sempre os mesmos mitos.

Eu não vejo interesse no twitter.

Esta frase vem de quem saltou para o twitter para perceber o que era e perdeu o interesse rapidamente.

O factor comum é que seguem imensos desconhecidos no twitter. Se estivermos a seguir pesoas que não têm um contributo para o nosso dia a dia, é normal que não tenham interesse. Já se em contrapartia nos esforçarmos por seguir pessoas com ideias que achamos interessantes, então o cenário muda completamente (mesmo que sejam ideias totalmente opostas às nossas, basta que sejam relevantes).

Pessoalmente, acho que o twitter é bastante mais interessante quando seguimos pessoas que nos são próximas. Pois permite coordenar esforços de modo mais simples do que através de um sms.

Eu não vejo interesse no facebook.

Relaciona-se com a primeira resposta, com a diferença de que o facebook é equivalente ao twitter com uma série de funções mais dinâmicas. Em ambas as plataformas podemos criar jogos e aplicações, seja por pura diversão ou para facilitar algum aspecto da nossa vida.

Desta forma, a rede social que escolhermos torna-se num instrumento de comunicação e entertenimento.

O facebook/twitter/hi5 tem um enorme potencial publicitário.

Este tópico de conversa é o que mais confusão gera. Primeiro porque se aplica nas redes sociais os mesmos modelos que se aplicam aos meios de comunicação tradicionais numa tentativa de compreender e explicar melhor algo que é bastante dispar. É normal que surjam conclusões que não correspondem à realidade.

Quando se fala de acções de word of mouth, os números acabam sempre por ser exagerados e pensa-se que tudo se irá tornar viral e percorrer a rede. Isso nem sempre acontece, não costuma ser monitorizado e quando é raramente é feita a correlação com os objectivos de negócio.

O interesse agora está nas redes sociais e não nos blogs.

Talvez, mas neste caso costumo recordar os Hype Cycles da Gartner.

dl_hypecycle

Não nos podemos deixar levar pelo Hype que neste momento está em torno das redes sociais.

É verdade que muitas pessoas vão preferir usar o perfil de facebook para interagir e formar relacionamentos com valor para o seu trabalho ou vida pessoal. Mas isto não é tudo.

A Wired tem uma perspectiva interessante sobre o que se passa entre o facebook e o google. Segundo eles, o facebook está a esforçar-se por ganhar massa crítica, de modo a ter o papel mais predominante nas pesquisas entre a rede social de cada um (amigos, colegas de trabalho etc.).

Mas se hoje temos o twitter e o facebook, amanhã teremos o friendfeed ou qualquer outra plataforma.

Os blogs por sua vez são uma plataforma mais estável e com a capacidade de se adaptar às redes sociais que existem ou vierem a surgir. E além dos blogs temos ainda o papel importante dos websites corporativos.

Estamos perante uma oportunidade para usar os blogs de modo original e inesperado, para criar relações entre uma organização e diversos públicos. Tudo isto sem que a rede social do momento seja um elemento determinante, apenas influenciador.

O grande obstáculo está numa pequena nuance: Todos os profissinoais de comunicação estão a tentar descobrir como trabalhar nas redes sociais, e ainda não tentaram descobrir como podem trabalhar com as redes sociais.

crédito da foto: http://www.flickr.com/photos/aqhong/2201600532/

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É comum ouvir a opinião de que investir em Comunicação Online é barato e que as maiores empresas estão a canalizar para a comunicação digital a maior parte do orçamento.

Mas aceitar que se trata de um meio de comunicação barato é aceitar um falso amigo.

Por um lado é verdade que os anúncios online não estão no mesmo patamar que os anúncios nos jornais ou na televisão. Se formos analisar os custos em software e alojamento, também vamos perceber que os valores não são propriamente elevados. Menos ainda se dermos o máximo de uso às ferramentas (software) para maximizar o retorno.

Mas a verdade é que a comunicação digital não é apenas publicidade. E se por um lado temos um potencial de alcance elevado pelo outro estamos a usar uma plataforma de comunicação que requer uma série de cuidados.

Sozinha, a fase de avaliação e planeamento requer um conjunto de conhecimentos e experiência que neste momento são bastante raros em profissionais de relações públicas. Even academics see some difficulty in teaching social media/ online PR.

E quando é aplicada uma táctica de comunicação é importante que seja feito um acompanhamento constante das reacções que origina.

Porque no fundo, investir em comunicação online é um investimento barato tendo em conta o potencial de alcance e eficácia. O que não signfica que os custos em ferramentas e mão de obra especializada sejam baixos.

Copyright da foto: the sinking financial markets by Pedro Moura Pinheiro

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Blog PRActions.net

PR Actions

by Bruno Amaral on 15 de Junho de 2009 · 0 comments

Acção ou Acções, é o objectivo último de qualquer blog de relações públicas. Aqui a filosofia da PRactions ganha forma sob uma vertente que se pretende o mais aberta e experimental possível. Comunicar para agir, agir para mudar e mudar sempre que o presente se apresente demasiado estático ou retrógrado. Reflexões, pensamentos, artigos e opiniões sobre relações, por sinal públicas, é o que se pretende ver expresso nas linhas deste novo blog.

É desta forma que o blog PR Actions se apresenta. É um blog que foi criado por alunos do curso de Relações Públicas e Comunicação Empresarial da ESCS.

Segundo o Pedro Limpo, um dos alunos que impulsionou o projecto, a ideia é simples: ter um espaço de diálogo para os alunos de relações públicas.

Parece-me uma excelente ideia, especialmente porque sei que não é tão fácil como pode parecer. No entanto, acredito que há uns anos atrás teria sido uma tarefa mais díficil. Hoje em dia os blogs já começam a ser notícias do ano passado, as redes sociais já servem para diálogo e não apenas para reunir contactos e mostrar valores.

Hoje em dia, convencer os alunos de relações públicas a participar no diálogo pode passar por um esforço em levar o diálogo até eles. E isso pode ser feito de várias formas, encontrando os blogs e os perfis nas redes sociais para os convidar directamente para o debate, por exemplo.

Espero que o PR Actions venha a ter todo o sucesso possível, blogs deste género já fazem muita falta.

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